

O Arquipélago de São Tomé e Príncipe não era habitado até 1470, ano em que os navegadores portugueses João de Santarém e Pedro Escobar o descobriram, sendo colónia portuguesa até à sua independência em 1975.
Os colonos foram os primeiros habitantes das ilhas iniciando o cultivo de cana-de-açúcar e recebendo escravos de Angola, Moçambique e Cabo Verde. Em 1560 chegou mesmo a ser o maior produtor de cana.
Com a concorrência do Brasil e as rebeliões locais, a produção diminuiu drasticamente. O arquipélago passou a ser utilizado apenas como entreposto de escravos.
Só no século XIX se voltou a estimular a agricultura com a produção de cacau e café com a edificação de grandes “Roças” que ainda hoje são símbolos do arquipélago.
A República de São Tomé e Príncipe situa-se no Golfo da Guiné. É formada por duas ilhas, São Tomé a maior e Príncipe a menor, e vários ilhéus como o das Rolas, Pedras Tinhosas e Cabras. É atravessada pelo Equador que está assinalado por um marco no Ilhéu das Rolas.
É calor todo o ano e a vegetação é exuberante. A Ilha do Príncipe está classificada como Reserva da Biosfera pela UNESCO e o turismo é desenvolvido de forma sustentável.
É o destino para os amantes da natureza, onde as praias têm água cor esmeralda, as florestas têm trilhos para caminhadas que terminam com vistas lindas. Onde se pode observar a nidificação e desova de tartarugas, a rota migratória de baleias, animais e aves que não se encontram em mais nenhum lugar.
A gastronomia é à base de peixe e marisco, vegetais e frutos tropicais.Não se pode perder a oportunidade de descobrir a história e de conviver com as comunidades locais alegres e genuínas, e de aprender a levar a vida de forma tranquila.